ECONOMIA E SOCIEDADE

 







Não podia deixar de ter um espaço dedicado às marcas e eventos que merecem destaque 

Resultados de estudo sobre mercado de residências para estudantes em Portugal


 

O mais recente estudo anual sobre o mercado de residências para estudantes em Portugal – Purpose Built Student Accommodation (PBSA), da autoria da Cushman & Wakefield (C&W), consultora em serviços imobiliários, analisa principalmente projetos de maior dimensão (com mais de 100 camas), localizados em Lisboa e Porto destaca o crescimento contínuo da procura e a forte trajetória de crescimento das rendas neste sector.

No último ano, Lisboa e Porto registaram um aumento de 8,5% no número de camas disponíveis, cerca de 1.500 novas unidades. Apesar deste crescimento, a taxa de cobertura (rácio cama/estudante) mantém-se muito aquém da média europeia de 12%, reforçando o desequilíbrio entre oferta e procura. Para o próximo ano letivo, estima-se que as rendas voltem a aumentar, em torno dos 9% (média ponderada para Lisboa e Porto).

“O mercado de alojamento para estudantes em Portugal está a ganhar maturidade e atratividade internacional. Apesar do aumento da oferta nos últimos anos, a procura continua a superar largamente a capacidade, pressionando as rendas e atraindo cada vez mais investidores para este setor”, destaca Ana Gomes, Partner, Head of Research na Cushman & Wakefield.

Entre os principais destaques do estudo:

  • A procura internacional por alojamento estudantil continua a crescer, sustentada pelo prestígio crescente das universidades portuguesas, pelos programas de mobilidade académica e pela atratividade do país como local para viver;
  • Mesmo com todos os projetos públicos e privados planeados, Lisboa e Porto continuarão abaixo dos 10% de taxa de oferta, abaixo da média europeia de 12%;
  • Foram disponibilizadas cerca de 1.500 novas camas em Lisboa e no Porto no último ano letivo, representando um aumento de 8,5% no stock total. A maioria pertence a projetos privados;
  • Os alojamentos públicos para estudantes tendem a estar em cidades secundárias, enquanto em Lisboa e no Porto a oferta de alojamentos privados já ultrapassa o número de camas públicas;
  • Para investidores, o preço médio por cama situa-se entre 100.000€ e 120.000€ para projetos em Lisboa e no Porto;
  • As yields prime variam entre 5,25% e 5,50%, refletindo uma ligeira compressão no último ano.
  • Foram concluídas quatro transações de investimento no último ano, incluindo operações em Lisboa, Porto e cidades secundárias como Covilhã e Braga.

O estudo sublinha ainda a diferença entre o custo das residências públicas e privadas em Lisboa. Nas públicas, os quartos individuais variam entre 253€ e 413€, os quartos partilhados entre 170€ e 354€ por cama e os estúdios entre 588€ e 775€. Já nos projetos privados PBSA, os estúdios situam-se entre 650€ e 1.500€ mensais, dependendo da localização e do nível de serviços.

Um grande impulsionador do crescimento das rendas no segmento PBSA é a escassez geral de habitação. “Com o dobro da população estudantil do Porto e uma população geral muito maior, o mercado imobiliário de Lisboa continua sob intensa pressão. A escassez tornou-se tão grave que o mercado limitado de apartamentos tradicionalmente alugados e partilhados por estudantes está agora a ser ocupado por famílias que não têm condições para comprar casa própria. Como resultado, os estudantes ficam cada vez mais sem alternativas viáveis, a não ser recorrer a este tipo de alojamentos”, sublinha Ana Gomes.

O crescimento do número de camas tem sido limitado por vários constrangimentos estruturais. Entre os principais entraves apontados no estudo estão os processos de licenciamento, frequentemente morosos e complexos, a escassez de terrenos adequados para desenvolvimento e a suspensão ou atraso de uma parte dos projetos públicos anunciados desde 2020, agravando o défice de camas disponíveis.

De acordo com o pipeline atual, a oferta no Porto deverá aumentar até 2026 e estabilizar posteriormente. Em Lisboa, prevê-se um crescimento contínuo até 2028, permitindo à cidade ultrapassar o Porto em número de camas privadas. No entanto, o défice de alojamento continuará a ser significativo, uma vez que Lisboa concentra o dobro da população estudantil do Porto e apresenta um mercado habitacional sob forte pressão, onde estudantes e famílias competem pelo mesmo stock de arrendamento.

 


Notários Portugueses lançam campanha solidária de angaiação de fundos para apoio aos bombeiros

 

(Imagem criada por IA)

Num momento em que Portugal enfrenta uma das maiores vagas de incêndios florestais dos últimos anos, os Notários Portugueses decidiram unir esforços e lançar a campanha “Portugal apoia os seus Bombeiros!”. A iniciativa integra o programa Notários Solidários e tem como principal objetivo angariar fundos, entre os dias 20 de agosto e 30 de setembro, para apoiar diretamente os Bombeiros Voluntários Portugueses, reforçando os meios e as condições de quem, todos os dias, arrisca a vida para proteger pessoas, bens e florestas.

  “Esta é uma forma de retribuir a coragem de quem nunca vira costas ao perigo. A campanha apela à participação de todos os cidadãos, lembrando que cada contribuição é um gesto que pode fazer a diferença no trabalho diário dos Bombeiros”, refere o Bastonário da Ordem dos Notários, Jorge Batista da Silva.

 Os valores angariados serão entregues diretamente às corporações de Bombeiros dos concelhos mais afetados, garantindo que o apoio chegue a quem mais dele necessita.

 A coordenação da entrega será efetuada pelo Notário Luís Gamboa, que é Bombeiro Voluntário na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Mêda e que, com a funcionária do Cartório de Mêda, Marlene Bordalo, também tem estado no terreno a combater os incêndios.

 


Surf para todos com o apoio da Buondi



Duas iniciativas de Buondi, em destaque este verão.

As Buondi Surf Sessions estão de volta à Praia de Matosinhos para a sua 11ª edição, cerca de uma década após o lançamento do projeto. Esta iniciativa convida o público a desfrutar de aulas de surf gratuitas, promovendo a saúde mental e a inclusão social. As atividades decorrem entre as 10h30 e as 13h30 no dia 30 de agosto.

E a Buondi dá continuidade à parceria com a SURFAddict – Associação Portuguesa de Surf Adaptado –, preservando a estreita relação da associação com o projeto. A associação vai voltar a apoiar a realização de aulas de surf abertas ao público em geral, e também aulas de surf adaptado, para crianças e adultos com dificuldades motoras, visuais ou cognitivas.

“A caminho da 11ª edição, orgulhamo-nos de estar há cerca de dez anos a juntar várias pessoas para celebrar o surf, a promover experiências inesquecíveis no mar, a inclusão e a entreajuda”, refere Teresa Ferreira, Brand Manager de Buondi.  “É muito importante para nós marcar presença na Praia de Matosinhos, ano após ano, sempre com o objetivo de que a comunidade local possa também beneficiar desta iniciativa”, acrescenta.

A segunda sessão da iniciativa irá decorrer no dia 6 de setembro, às 10h30 na Praia de Carcavelos. As inscrições para as Buondi Surf Sessions são realizadas no próprio dia e local, junto ao stand da iniciativa.


TAP e Revolut apresentam nova opção de pagamento seguro



A TAP Air Portugal e a fintech Revolut anunciam uma nova opção para os Clientes da Companhia aérea nacional, que têm agora no Revolut Pay mais uma opção de pagamento segura e com a opção one-click checkout.

 O Revolut Pay é uma solução da Revolut que permite aos clientes de Portugal e Reino Unido reservarem voos no site da TAP em segundos e sem a necessidade de incluir os seus dados de pagamento. Para isso, basta escolher esta opção no checkout do site ou app da TAP Air Portugal e concluir o pagamento, depois da confirmação na app da Revolut, já protegida por código ou dados biométricos.

João Frias, Head of Payment Strategy & Fraud Prevention da TAP Air Portugal, afirma que “estamos constantemente focados em melhorar a experiência dos nossos Clientes, em todas as etapas da sua viagem, e o momento do pagamento é uma parte fundamental. Esta parceria com a Revolut permite-nos oferecer uma opção de pagamento rápida, segura e moderna, ao mesmo tempo que reforça a nossa estratégia de inovação digital. Com o Revolut Pay, estamos a simplificar o processo de reserva e a oferecer maior comodidade aos nossos passageiros.”

 Alex Codina, General Manager of Acquiring da Revolut, diz que estão “extremamente entusiasmados com a parceria com a TAP Air Portugal, uma companhia aérea que partilha o nosso compromisso com a inovação e com a melhoria da experiência do cliente. No setor das viagens, os processos de pagamento podem muitas vezes ser inconvenientes. O nosso objetivo com o Revolut Pay é simplificar este processo, tornando-o o mais fácil e seguro possível para os viajantes reservarem os seus voos. Esta parceria com a TAP Air Portugal permite-nos construir juntos o futuro dos pagamentos no setor, especialmente na Europa.”

Os Clientes da TAP e do Revolut Pay podem ganhar RevPoints, o programa de fidelização da Revolut. Com esta parceria, até 12 de setembro, os Clientes que paguem viagens na TAP Air Portugal com o Revolut Pay recebem dez vezes mais RevPoints que podem trocar depois por benefícios.

O Revolut Pay inclui uma Política de Proteção ao Cliente que garante que os pagamentos rápidos e a facilidade de uso não comprometem a sua segurança. Os dados dos Clientes são criptografados e protegidos pelo Revolut Secure, impedindo a partilha entre empresas ou terceiros.


Casas de luxo: as 10 ruas mais caras de Portugal

Foto Idealista - Vitor Oliveira CC BY-SA 2.0Creative commons


Comprar casa na rua mais cara de Portugal custa, em média, 8.106.364 euros, em julho. Este é, pelo menos, o valor pedido pelos proprietários da Urbanização Quinta do Lago, localizada em Almancil, no Algarve. O top dez do ranking das ruas mais caras para comprar casa é dominado por imóveis que se encontram em Cascais, segundo a análise realizada pelo site idealista.

A completar o pódio deste ranking de luxo encontram-se a Rua Soto Maior, em Sintra, com um preço médio de 3.912.000 euros, e a Avenida dos Descobrimentos, em Lagos (3.797.450 euros).

A quarta morada com os preços mais exclusivos para comprar uma casa está situada na Rua Vilas do Mar, na freguesia de Carvalhal (3.644.444 euros). Seguem-se a Rua Faias, localizada em Cascais (3.589.091 euros) e a Rua Melo e Sousa, no Estoril, onde o preço médio da habitação de luxo ronda os 3.554.768 euros.

Na sétima posição encontra-se a Rua dos Pinheiros, localizada em Cascais, que conta com casas a um preço médio de 3.312.105 euros. A lista das dez ruas mais caras fica completa com a Rua do Pinhal, no Estoril (3.195.000 euros), a Avenida 24 de Julho, em Lisboa (3.054.850 euros) e a Rua Carreira de Tiro, em Barcarena (3.021.933 euros).


Pagamentos na moeda de origem favorecem turistas e Negócios


A Unicre alerta para o potencial crescimento de negócio se os visitantes estrangeiros forem bem acolhidos ao poderem pagar na sua própria moeda, destacando a existência de soluções que permitem o pagamento na moeda de origem do cliente e melhoram a sua experiência de compra.

Num contexto de forte crescimento do turismo internacional, soluções como a DCC – Dynamic Currency Conversion, disponíveis em todos os métodos de pagamento, seja físico, seja online disponibilizados pela REDUNIQ, ganham especial relevância ao permitirem o pagamento na moeda de origem do cliente. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2024, Portugal recebeu 29 milhões de turistas não residentes, um crescimento de 9,3% face a 2023. Este aumento foi impulsionado, nomeadamente, por mercados fora da Zona Euro, como os EUA (+16,9%), a Suíça (+9,2%) e o Reino Unido (+4,5%).

A faturação na rede REDUNIQ, marca de aceitação de pagamentos da UNICRE, também acompanhou esta evolução: a faturação proveniente dos estrangeiros que visitaram o nosso país cresceu 8% face ao ano anterior, representando 24% do total faturado em 2024 pela REDUNIQ. O Reino Unido (14% da faturação internacional) manteve-se como o mercado com maior peso, seguido da Irlanda (14% do valor) e dos EUA (12% dos gastos).

A solução DCC responde diretamente às necessidades destes consumidores internacionais, permitindo que os clientes oriundos de países fora da Zona Euro paguem na sua moeda de origem, com visibilidade imediata do valor final da transação e da taxa de câmbio aplicada. Um processo cómodo, transparente e que permite o controlo total sobre os gastos.

Para os negócios, a disponibilização desta funcionalidade não tem custos adicionais ou alterações operacionais. No momento do pagamento, o comerciante tem apenas de apresentar ao cliente a opção, que surge automaticamente no terminal. Quanto maior o volume de faturação convertida com DCC, maior o retorno financeiro.

Ainda de acordo com os dados de faturação da REDUNIQ, as cinco moedas mais convertidas em 2024 foram:

•            Dólar norte-americano (USD) – 39,8% do valor convertido

•            Libra esterlina (GBP) – 32,8% do valor convertido

•            Franco suíço (CHF) – 10,9% do valor convertido

•            Dólar canadiano (CAD) – 10,1% do valor convertido

•            Real brasileiro (BRL) – 6,4% do valor total convertido

Juntas, as moedas dos EUA e do Reino Unido representaram mais de 72% da faturação convertida, refletindo um forte alinhamento entre os mercados emissores de turismo e o potencial de rentabilização da solução.

“O crescimento de visitantes estrangeiros representa uma oportunidade clara para os negócios locais. Mas capitalizar essa oportunidade exige soluções modernas, que estejam alinhadas com as expectativas dos visitantes. O DCC é uma dessas soluções: simples e transparente. A chave está na proatividade do comerciante em apresentar esta opção ao cliente no momento do pagamento”, explica Tiago Oom, Diretor Comercial da UNICRE.

Adaptar os meios de pagamento à realidade dos clientes estrangeiros é mais do que uma conveniência. Trata-se de uma forma eficaz de aumentar a competitividade dos negócios portugueses. A solução DCC permite responder às novas exigências e satisfação dos consumidores globais, enquanto oferece uma oportunidade real de valorização do negócio.


Siemens mantém resultados e confirma perspetivas para o ano fiscal de 2025



A Siemens deu continuidade à sua trajetória de crescimento no terceiro trimestre de 2025 (terminado a 30 de junho), com resultados robustos, tendo crescido em praticamente todos os indicadores-chave de desempenho. Por este motivo, a empresa confirma as perspetivas para o ano fiscal de 2025, excluindo efeitos relacionados com a Altair e Dotmatics, que foram adquiridas com sucesso antes do previsto, e excluindo ganhos provenientes da venda da Innomotics.

“O nosso desempenho no terceiro trimestre demonstra que a Siemens está a entregar resultados robustos apesar da volatilidade do mercado global. Estamos a registar um crescimento sustentado nas encomendas, receitas e resultado líquido. A digitalização e a sustentabilidade continuam a ser os nossos motores de crescimento. Além disso, com a conclusão da aquisição da Dotmatics, estamos a abrir novos mercados no setor das ciências vida e a combinar a inteligência científica com as nossas tecnologias de inteligência artificial industrial”, afirma Roland Busch, presidente e CEO da Siemens AG.

No terceiro trimestre de 2025, a Siemens aumentou as encomendas em 28% numa base comparável – ou seja, excluindo efeitos de conversão cambial e de portefólio – para 24,7 mil milhões de euros. As receitas totalizaram 19,4 mil milhões de euros, o que se traduz num crescimento de 5% face ao período homólogo. O rácio de encomendas recebidas e receitas (book-to-bill) situou-se em 1,28. No final do terceiro trimestre, o volume de encomendas em carteira (order backlog) totalizava 117 mil milhões de euros.

O resultado líquido aumentou 5% para 2,2 mil milhões de euros, beneficiando, entre outros, de um ganho de 200 milhões de euros da conclusão da venda de parte do negócio de logística aeroportuária.

“No terceiro trimestre, registámos um excelente ‘free cash flow’ de 2,9 mil milhões de euros e estamos a apontar, uma vez mais, para alcançar um retorno de dois dígitos do ‘free cash flow’ no total do exercício fiscal. Olhando para o futuro, permanecemos altamente confiantes de que alcançaremos um crescimento sustentável e rentável.

Confirmamos as nossas perspetivas para o ano fiscal de 2025”, refere Ralf P. Thomas, CFO da Siemens AG


Enoturismo: Vindimas da Casa Relvas

 


No coração do Alentejo, a Herdade de São Miguel volta a abrir portas a todos os interessados pelo universo do vinho, pela natureza e pelas tradições do Alentejo, através da participação na edição de 2025 do seu Programa de Vindimas, que decorrerá entre os dias 25 de agosto e 20 de setembro.

A experiência tem uma duração aproximada de cinco horas e propõe uma imersão completa no ciclo da vinha e do vinho. O programa começa com uma caminhada guiada pelas vinhas, onde os participantes aprendem a identificar castas e analisar os bagos, aprofundando o conhecimento sobre o terroir da região. Segue-se a vindima manual e, logo depois a tradicional pisa a pé. Para fechar com chave de ouro, há uma prova comentada de mostos, vinhos e azeites. Como complemento opcional, os participantes podem desfrutar de um almoço típico alentejano, harmonizado com os vinhos da Casa Relvas.

O valor de participação é de 65€ por pessoa sem almoço e 95€ com almoço incluído, com direito a um “kit vindimas” composto por t-shirt e chapéu. A atividade requer reserva com 48h de antecedência e está disponível para grupos entre 2 e 20 pessoas



Evolução do mercado de arrendamento



 

De acordo com informação disponibilizada pelo site Idealista, apesar do aumento de 3,5% no preço das rendas em Portugal no segundo trimestre de 2025, os anúncios de casas para arrendar no idealista receberam, em média, 17 contactos durante o mesmo período antes de serem retirados. No entanto, comparativamente ao segundo trimestre de 2024, o número de contactos por anúncio diminuiu 45%, quando recebiam, em média, 32 contactos.

Segundo Ruben Marques, porta-voz do idealista, “apesar de uma ligeira diminuição no número de contactos desde o início do ano, a procura por anúncios de arrendamento continua elevada. Esse abrandamento não reflete, necessariamente, uma quebra no interesse das famílias, mas sim um acréscimo na disponibilidade de imóveis para arrendar. Ainda assim, os valores praticados mantêm-se altos e permanecem inacessíveis para grande parte da população portuguesa."

A cidade portuguesa onde os anúncios receberam mais contactos no segundo trimestre do ano foi Portalegre, com uma média de 53 contactos, seguida por Faro (33), Évora (32), Ponta Delgada (30), Santarém (27), Leiria (27), Setúbal (27), Funchal (25), Guarda (25), Castelo Branco (24), Vila Real (21), Beja (20) e Bragança (20).

Com uma média de menos de 20 contactos por anúncio encontram-se as cidades de Viseu (18), Aveiro (15), Braga (14), Lisboa (14) e Viana do Castelo (13). As cidades que menos contactos receberam, em média, foram o Porto (8) e Coimbra (7).

Menos contactos por anúncio em 18 capitais de distrito/região autónoma

A média de contactos por anúncio no segundo trimestre de 2025 diminuiu em 18 capitais de distrito face ao mesmo período do ano anterior. As maiores descidas registaram-se em Coimbra (-73%), Porto (-62%), Viseu (-56%), Bragança (-51%) e Lisboa (-49%).

Seguem-se Vila Real (-43%), Setúbal (-42%), Aveiro (-41%), Braga (-41%), Santarém (-40%), Viana do Castelo (-33%), Leiria (-31%), Ponta Delgada (-21%), Castelo Branco (-19%), Évora (-19%), Beja (-16%), Portalegre (-8%) e Faro (-4%).

Por outro lado, Guarda registou um aumento de 40% no número de contactos por anúncio, sendo a capital de distrito com a maior subida. Segue-se o Funchal onde os contactos aumentaram 7% no mesmo período. 


Restaurante Erva: O palco do jazz em Lisboa



Este agosto, o restaurante lisboeta Erva enche-se de música e sabor com atuações de jazz ao vivo todas as sextas e sábados, num convite todos a viver noites inesquecíveis ao som do melhor jazz.

Todas as sextas-feiras, das 20h00 às 22h30, um duo de jazz assume o palco, proporcionando interpretações intimistas e envolventes. Aos sábados, no mesmo horário, a energia cresce com a atuação de um trio de jazz, oferecendo ritmos e harmonias que prometem encantar.

“Queremos que o Erva seja mais do que um restaurante - queremos que seja um espaço de encontro, inspiração e celebração. Este ciclo de concertos é a nossa forma de juntar música e gastronomia, para que cada visita seja uma experiência completa.”, afirma João Moreira, chef do Erva.


Boost Portugal conquista dois Tripadvisor Traveller’s Choice Awards 2025



A Bluedragon, marca do grupo Boost Portugal, volta a pôr o Porto no mapa do melhor que se faz no turismo europeu. Duas das suas tours a pé, a Food & Wine Tasting Porto Walking Tour e a Best of Walking Tour Porto, acabam de ser distinguidos com os prestigiados Tripadvisor Traveller’s Choice Awards 2025.

A Food & Wine Tasting Porto Walking Tour foi classificada em 11.º lugar Europeu na categoria “Alimentação e Bebidas”, no ano em que foi reformulada, esta tour a pé passou a contar com 4 horas de experiência gastronómica com uma refeição incluída (almoço ou jantar). Já a Best of Walking Tour Porto garantiu o 8.º lugar como uma das Principais Experiências a nível nacional, arrecadando a distinção pelo segundo ano consecutivo.

“Estes prémios são um reconhecimento daquilo que defendemos: guias com paixão, experiências autênticas e um Porto de verdade, vivido de perto. E o facto de sermos reconhecidos pelos nossos clientes, dá-nos, ainda mais, força e determinação para proporcionarmos experiências únicas e envolventes ao mostrarmos o melhor que Portugal tem para oferecer a quem nos visita.”, afirma Leonel Soares, Managing Partner da Boost Portugal.

Os Traveller’s Choice Awards são atribuídos anualmente pelo Tripadvisor com base em milhões de avaliações reais de viajantes de todo o mundo, recolhidas ao longo de 12 meses. Ser distinguido com um Traveller’s Choice Award significa estar entre os preferidos dos viajantes, destacando-se pela excelência, consistência e compromisso com uma hospitalidade de topo.

A Boost Portugal e as suas marcas, como a Bluedragon e tantas outras, continuam a apostar numa abordagem sustentável, divertida e local do turismo urbano. “Este reconhecimento reforça o nosso compromisso com a qualidade, a autenticidade e a energia contagiante que já são marca registada da Boost Portugal. É bom saber que, enquanto mostramos o Porto ao mundo, o mundo também nos vê!”, reforça Leonel Soares.


Ervideira Fecha o primeiro semestre de 2025 em linha com ano anterior




Concluída a primeira metade de 2025, a Ervideira atingiu 1,34 Milhões de Euros de faturação, o que representa apenas um crescimento de 6% face ao período homólogo de 2024. De acordo com o Diretor Executivo da Ervideira, Duarte Leal da Costa: “Este semestre apresenta crescimentos ténues, mas certos, num sector que tem sofrido – e continua a sofrer - de excesso de oferta e uma quebra no consumo, com problemas no mercado bem conhecidos de todos”. 

Este crescimento deve-se, em especial, aos resultados alcançados pelas gamas Invisível e Flor de Sal, que apostam na consistência, inovação e na tradição. A Ervideira apresenta assim um crescimento de 4% no canal Horeca e 10% no Enoturismo. Perante estas percentagens, Duarte Leal da Costa comenta: “Uma empresa não pode perder a sua essência, muito menos uma empresa de forte cariz Familiar, como é a Ervideira. Mas uma coisa é não perder a sua essência, o seu foco e os seus valores, outra bem diferente é não estar atenta, e essa atenção faz com que as empresas se tornem mais fortes, e se consolidem em períodos de crise”. 

Face à conjuntura atual do mercado dos vinhos e das bebidas alcoólicas, o Diretor Executivo acrescenta: “A nova geração tem tendência para preferir o consumo de cerveja ou cocktails (com teor alcoólico superior), como Vodka, Tequila, Rum, ou ainda, uma tendência por bebidas zero álcool. Já na matéria dos vinhos, percebemos que tem havido um crescimento nas categorias de vinhos de ‘pouco compromisso’, isto é, vinhos mais baratos, mais fáceis de beber, agradáveis e de “pouca história”, estando os vinhos de forte carácter, vinhos de guarda, ou chamados vinhos de alto padrão, em linha inversa”. 

O ano de 2024 foi um ano de consolidação. Entrando em 2025, e registando um crescimento em linha com o ano anterior, a marca apresenta-se otimista face aos resultados anuais e apresenta-se satisfeita face ao crescimento responsável de referências como o Invisível, ou o Flor de Sal - vinhos de perfil moderno - que o consumidor prova com curiosidade e que honram a sua origem, história, valores e tradição.

Novidades para o segundo semestre? A Ervideira acaba de lançar o G(in)visível, o seu primeiro Gin, feito a partir do vinho de maior sucesso da marca - o Invisível -, produto este que vem dar originalidade e consistência à empresa. Além desta novidade, a marca revela ainda que tem já em adega uma nova referência para lançar em breve, que promete ser um “sucesso garantido”, segundo Duarte Leal da Costa. 


 

Estudantes do Técnico estreiam FST14 na Fórmula Student Portugal




Está a decorrer até 1 de agosto, no Autódromo de Castelo Branco, a terceira edição da Fórmula Student Portugal. O evento reúne mais de 650 estudantes de 32 equipas universitárias internacionais e foi o palco escolhido pela equipa Fórmula Student Lisboa, do Instituto Superior Técnico, para a estreia do FST14, o novo protótipo 100% elétrico e autónomo, mais leve e avançado da equipa portuguesa. Trata-se de um projeto que conta com o apoio principal da VINCI Energies em Portugal e das suas marcas Actemium, Axians, Omexom e Sotécnica.

A equipa regressa assim à prova onde, no ano passado, conquistou o 1.º lugar nas categorias de EV (veículos elétricos) e DV (veículos autónomos), além de ter batido os recordes nas provas de SkidPad e Acceleration – um desempenho que reforça a sua ambição de continuar a liderar no panorama internacional da engenharia universitária.

Com expetativas elevadas para esta nova temporada, a equipa apresenta o carro mais leve de sempre do projeto, com cerca de 200 kg, e que integra inovações, como um chassis monocoque redesenhado para máxima rigidez e segurança; um novo pacote aerodinâmico, com avanços em downforce e eficiência; um sistema de amortecimento pensado para agilidade em pista; e um pipeline de condução autónoma, ainda mais refinado.

O FST14 atinge uma velocidade máxima de 117 km/h com quatro motores elétricos AC com diferencial eletrónico. Tem ainda a bateria composta por células de LiCoO2 (lítio-cobalto) e capacidade total de 6,33 kWh, protegida por uma caixa feita em materiais compósitos.

Com este modelo, a equipa pretende novamente posicionar-se entre os melhores do mundo nas provas nacionais e internacionais da Fórmula Student.

A formação deste ano da FST Lisboa é constituída por 61 estudantes, na sua maioria a frequentar os cursos de engenharias Aeroespacial, Mecânica, Eletrotécnica e Informática no Técnico, aos quais se juntam alunos dos cursos de outras áreas como Economia e Gestão Industrial. A equipa foi criada em 2001 por um núcleo de estudantes, com o objetivo de aplicar os conhecimentos teóricos que estavam a aprender nas aulas. Desde cedo, traçaram como objetivo projetar, construir e testar um novo carro do tipo Fórmula, para participar nacional e internacionalmente nas competições Fórmula Student, representando Portugal perante outras universidades e empresas.


Depois da estreia competitiva em Castelo Branco, o FST14 segue para as principais provas internacionais da época:

· Fórmula Student Spain (Circuito da Catalunha) – 4 a 10 de agosto

· Fórmula Student Germany (Hockenheimring) – 18 a 24 de agosto

A Fórmula Student é atualmente a maior competição universitária de engenharia a nível mundial e é frequentemente considerada a mais inovadora do desporto motorizado, logo após a Fórmula 1. Todos os anos, equipas universitárias de todo o mundo são desafiadas a projetar, construir e competir com protótipos do tipo fórmula nas principais provas internacionais.


The Lince Braga

 


O emblemático edifício do antigo Hotel da Falperra — outrora um convento do século XVIII — renasce como uma unidade de 4 estrelas sob a chancela The Lince Hotels.

O projeto de interiores foi idealizado e desenvolvido pelo estúdio Vilaça Interiores que concebeu ao espaço uma identidade contemporânea e acolhedora, em harmonia com o legado histórico e patrimonial do edifício. O novo The Lince Braga preserva elementos arquitetónicos icónicos, como os arcos em pedra e as estruturas originais do convento, integrando o jardim de inverno pré-existente, cuidadosamente incorporado no conceito de design. A intervenção valorizou áreas emblemáticas, realçando a beleza original do edifício.

Grande parte do mobiliário foi desenhado e concebido à medida, sendo que a decoração combina sofisticação contemporânea, materiais nobres e uma paleta de tonalidades suaves, complementada por peças de design. Uma das zonas emblemáticas é o Wine Bar, aberto ao público, com uma vista privilegiada sobre a zona da Falperra.

O The Lince Braga promete proporcionar uma experiência completa e exclusiva, com uma ampla área wellness que inclui serviços de massagens, banho turco e piscinas interior e exterior. A receção, pensada como um espaço de acolhimento elegante e envolvente, integra uma lareira central e um piano, reforçando a atmosfera acolhedora desde o primeiro momento. O hotel conta ainda com duas salas de eventos com capacidade para mais de 100 pessoas, ideal para conferências e eventos empresariais ou sociais.

 

Com esta abertura, a The Lince Hotels reforça o seu portefólio em Portugal, passando a contar com cinco unidades localizadas nos Açores, Évora, Vila do Conde e, agora, no Minho. Este projeto consolida a presença da marca no Norte do país e destaca Braga como um destino de excelência na hotelaria nacional.


Relação entre espaços verdes e qualidade de vida nas cidades



O ambiente urbano atual está cada vez mais densificado devido ao crescimento da construção e, simultaneamente, mais exposto a fenómenos climáticos extremos. Esta situação tornou o acesso a espaços verdes uma necessidade, uma vez que diversos estudos associam a sua presença a melhorias significativas na saúde física e mental da população.

Neste sentido, a falta de espaços verdes nas cidades está associada a problemas como o stress, a ansiedade e a obesidade. Por isso, como assinala o relatório “Influencia do ambiente urbano na saúde das pessoas”, realizado pelo Instituto BIOMA da Universidade de Navarra, em colaboração com a Sanitas – empresa ibérica de serviços de saúde que pertence à seguradora Bupa Portugal –, através da Cátedra Sanitas Saúde e Ambiente, aumentar em 30% a presença de árvores nas zonas urbanas poderia evitar mais de 2.600 mortes por ano na Europa.

“A conceção das cidades influencia diretamente a saúde da sociedade. Ter árvores, parques e zonas verde melhora a qualidade do ar, reduz o impacto do calor e promove o bem-estar geral das pessoas. Perante esta realidade, é essencial integrar estes espaços nos ambientes urbanos, a fim de avançar para um modelo de cidade mais saudável e sustentável”, explicam os especialistas do Instituto Bioma.

Nesta perspetiva, os investigadores destacam os principais impactos positivos dos espaços verdes na saúde:

• Contribuem para a recuperação física e o repouso: as zonas verdes proporcionam um ambiente favorável à recuperação, oferecendo um espaço onde o corpo e a mente podem relaxar. A combinação de ar fresco, os sons próprios da natureza e a ausência de estímulos urbanos reduz a fadiga muscular e mental, promovendo um descanso de maior qualidade e uma recuperação mais eficiente.

• Estimulam a saúde cardiovascular: o acesso a espaços naturais favorece a adoção de hábitos saudáveis que beneficiam diretamente o sistema cardiovascular. A atividade física em ambiente exterior melhora a circulação sanguínea, reduzindo assim a presença de fatores de risco como a hipertensão arterial, os níveis elevados de colesterol ou os riscos associados à diabetes tipo 2.

• Reforçam o sistema imunitário e respiratório: a exposição contínua à biodiversidade presente nos parques e jardins urbanos aumenta a capacidade de defesa do organismo contra diversas patologias. A melhoria da qualidade do ar associada a estes espaços contribui para atenuar a exposição a poluentes que podem enfraquecer as defesas naturais e para reduzir a morbilidade e a mortalidade associadas a doenças respiratórias.

 

Melhoram a qualidade do sono: a interação regular com ambientes verdes facilita a redução do stress e promove a atividade física – dois fatores fundamentais para um sono reparador. A combinação destes elementos ajuda a regular os ciclos de descanso, traduzindo-se numa melhor qualidade do sono e, consequentemente, num maior bem-estar geral.

• Reduzem a temperatura urbana: verificou-se que a presença de zonas verdes e de árvores nas ruas das cidades tem um efeito significativo na mitigação das ilhas de calor” urbanas. De acordo com a documentação analisada para o estudo, nos parques a temperatura pode ser baixar até 3,5ºC, enquanto nas ruas arborizadas pode descer até 3,1ºC.

 


Comércio de rua lidera valorização, mas o retalho continua a crescer em todos os formatos



O setor do retalho em Portugal está a atravessar uma nova fase de dinamismo e atratividade, como revela o estudo “Realizing Potential in Retail”, da CBRE. Após atingir um pico histórico de investimento em 2018 (1.435 milhões de euros), o mercado sofreu uma retração significativa nos anos da pandemia. Contudo, a tendência inverteu-se nos últimos dois anos: o volume de investimento passou de 302 milhões de euros em 2022 para 577 milhões de euros em 2023 e, em 2024, ultrapassou novamente a fasquia dos mil milhões de euros (1.113 milhões de euros) – um sinal claro da recuperação da confiança dos investidores. Só no primeiro trimestre de 2025, o setor já atraiu 398 milhões de euros, o que antecipa mais um ano de forte desempenho.

Este crescimento é impulsionado por vários fatores estruturais, como o aumento das rendas no comércio de rua, o fluxo turístico crescente nas duas principais cidades portuguesas – Lisboa e Porto – e a reconfiguração dos formatos tradicionais. Embora os centros comerciais continuem a representar uma fatia importante do investimento, o estudo da CBRE evidencia o crescente protagonismo dos retail parks, que beneficiam da procura por conveniência e acessibilidade. Apesar do dinamismo, o mercado enfrenta agora uma limitação crítica: a escassez de espaços prime, sobretudo em localizações urbanas mais procuradas, que representa um desafio à expansão e à renovação da oferta comercial.

COMÉRCIO DE RUA: FORTE VALORIZAÇÃO DOS EIXOS PRIME

Nos últimos 10 anos, os principais eixos de comércio de rua em Lisboa e no Porto registaram aumentos expressivos nas rendas prime. O estudo mostra que, em Lisboa, aumentaram 25% na Avenida da Liberdade e 60% no Chiado, enquanto, no Porto, a Rua de Santa Catarina evidenciou uma valorização de 183%, refletindo o forte dinamismo da cidade e o impacto do turismo no comércio de rua.

O estudo indica ainda que a atividade no comércio de rua se tem mantido muito intensa nos últimos anos, com uma média de 175 novas aberturas por ano entre 2021 e 2023, estabelecendo o seu recorde no ano de 2024, com 211 aberturas. Considerando os dados monitorizados pela CBRE, só no primeiro trimestre de 2025 já se contabilizaram 33 novas lojas, o que demonstra uma continuidade no interesse dos operadores por este formato. O setor de Food & Beverage continua a liderar, tendo representado, no primeiro trimestre de 2025, 73% das aberturas no Porto e 45% em Lisboa - reflexo da crescente procura por experiências de consumo diferenciadoras em zonas de elevada circulação pedonal e turística. “Estes números refletem não apenas a crescente procura por parte de marcas internacionais de elevada visibilidade, mas também o impacto muito positivo que o turismo representa, especialmente no Chiado e na Rua de Santa Catarina. A performance das rendas nestes eixos emblemáticos demonstra a força do retalho em Portugal, que continua a atrair operadores de referência, mesmo num contexto de grande seletividade e pressão sobre a oferta.”, explica Carlos Récio, Head of Retail da CBRE Portugal.

A estrutura fragmentada do comércio de rua, com escassez de espaços e elevada seletividade por parte dos operadores, continua a ser um fator limitador. A dinâmica de abertura de lojas, assim, está fortemente condicionada pelas exigências de produto adequado e não por uma aceleração da procura. A CBRE sublinha que os operadores estabelecem uma forte concorrência por localizações premium, sendo que a decisão de entrada no mercado está, muitas vezes, dependente da disponibilidade de espaços nas localizações certas – o que obriga a um planeamento cuidadoso e uma abordagem altamente estratégica por parte das marcas.

CENTROS COMERCIAIS E RETAIL PARKS: RESILIÊNCIA E ADAPTAÇÃO

Paralelamente à dinâmica do comércio de rua e à expansão dos novos conceitos de proximidade, os centros comerciais e os retail parks mantêm-se como pilares estruturais do mercado português, apresentando desempenhos distintos, mas complementares. De acordo com o estudo da CBRE, a adição de stock dos retail parks atingiu um total de 625.230m² em 2024, enquanto os centros comerciais registaram 2.907.437m². Os retail parks têm uma maior expressão na região Norte (38%), seguindo-se outras regiões (35%) e a Área Metropolitana de Lisboa (27%). Já os centros comerciais concentram-se principalmente na Área Metropolitana de Lisboa (37%), noutras regiões (33%) e na região Norte (30%).

Este padrão geográfico reflete duas realidades distintas: por um lado, a crescente preferência por retail parks em zonas de expansão urbana, impulsionada pela flexibilidade de desenvolvimento e pela ancoragem em operadores de conveniência; por outro lado, a consolidação dos centros comerciais em zonas de maior densidade populacional e capacidade de consumo, onde o desafio passa, cada vez mais, por adaptar os espaços às novas exigências dos consumidores e dos operadores.

A procura por ambos os formatos têm vindo a aumentar, sobretudo no caso dos retail parks, que oferecem maior facilidade de acesso, custos de operação mais competitivos e elevado potencial de rentabilidade por m². Ainda assim, a concretização de novos negócios depende da existência de espaços que cumpram critérios operacionais exigentes, como acessibilidade, visibilidade e equilíbrio entre tráfego e custos associados.

“A forma como está distribuída a área bruta locável (GLA) nos centros comerciais – com cinco categorias principais (Moda, Lazer, Retalho Especializado, Supermercados e Restauração ) a representarem já 78% do total – está a tornar-se uma variável crítica para garantir a rentabilidade dos ativos. A pressão para maximizar a receita anual por m² está a levar os proprietários a repensar a alocação do espaço, sobretudo em segmentos com maior potencial de valorização. Um bom exemplo disso é a área de Food & Beverage, onde começam a surgir transformações visíveis: desde a diversificação de oferta até à qualificação dos espaços de consumo, com zonas de seating mais apelativas e ampliação das áreas destinadas à operação.

Tudo isto responde à procura por experiências mais completas e diferenciadoras, com impacto direto na atratividade e na performance dos centros comerciais”, acrescenta Carlos Récio.

TURISMO: FATOR CATALISADOR DO COMÉRCIO DE RUA

Outro fator crítico na performance do setor tem sido o turismo, cuja retoma após a pandemia superou as expectativas. De acordo com o estudo, a pressão turística nas duas principais cidades portuguesas é elevada: Lisboa regista atualmente mais de três turistas por cada residente, e o Porto apresenta uma evolução semelhante, colocando ambas as cidades como destinos de grande afluência. Este indicador – que compara o número de visitantes com o da população residente – tem um impacto direto no desempenho do comércio de rua, especialmente em zonas históricas e com grande densidade pedonal, como o Chiado, a Baixa Lisboeta ou o centro do Porto.

No entanto, o estudo sublinha que estas zonas não devem ser encaradas exclusivamente como áreas turísticas. A dinâmica urbana está a mudar, e os consumidores locais procuram cada vez mais pragmatismo e conveniência no quotidiano, privilegiando outras zonas da cidade. “Zonas como Santos, em Lisboa, ou a Rua da Picaria, no Porto, começam a destacar-se pela sua oferta comercial adaptada aos residentes – menos turística, mais funcional e próxima. Em sentido oposto, verifica-se um movimento em locais como o Mercado da Ribeira ou o Mercado do Bolhão, onde, apesar de uma componente de tráfego local, predomina a presença de turistas internacionais”, salienta Carlos Récio.

Este contexto, favorece modelos de negócio mais flexíveis, que combinam conveniência, experiência e omnicanalidade, respondendo às necessidades de dois perfis de consumidor distintos, mas complementares: o turista ocasional, que procura descoberta e marca, e o residente urbano, que valoriza eficiência, acessibilidade e continuidade do serviço.

PERSPETIVAS PARA 2025: OTIMISMO CAUTELOSO

Apesar dos indicadores positivos, a CBRE adota uma visão prudente quanto ao desempenho de 2025. A forte procura pode não se traduzir automaticamente num recorde de novas aberturas, uma vez que a oferta disponível nos eixos mais procurados continua limitada. Ainda assim, a tendência é clara: Portugal continua a afirmar-se como um mercado atrativo para o retalho, com as cidades do Porto e de Lisboa a liderarem a transformação do setor, suportadas por um forte impacto do fenómeno turístico, valorização imobiliária e procura consolidada por experiências comerciais diferenciadoras.

“O retalho em Portugal está a atravessar um momento de reinvenção e de crescimento sustentado, alimentado por tendências estruturais como a evolução dos hábitos de consumo, a atratividade do turismo e a capacidade de adaptação dos diferentes formatos. Seja no comércio de rua, nos centros comerciais ou nos retail parks, o setor está a responder com soluções cada vez mais ajustadas às necessidades dos operadores e dos consumidores. Este é, sem dúvida, um dos segmentos mais resilientes e estratégicos do imobiliário nacional, com potencial para continuar a atrair investimento e inovação nos próximos anos”, conclui Carlos Récio.

Península ibérica: investimento institucional no setor agrícola ultrapassou os 4.100 milhões de euros, nos últimos três anos 


 

Apesar do contexto geopolítico incerto e do impacto das taxas aduaneiras no comércio global, as perspetivas para o setor agroalimentar na Península Ibérica são positivas. Há interesse por parte dos investidores e o bom arranque de 2025 aponta para uma retoma do mercado este ano, com o previsível fecho de transações que foram adiadas ou suspensas em 2024.

O relatório “Agribusiness Iberian Report” da CBRE revela um volume de investimento institucional, até maio de 2025, superior a 400 milhões de euros — metade de todo o montante transacionado em 2024, no mercado ibérico.

Uma das grandes operações que marcou o arranque de 2025 foi a venda dos ativos do Grupo Agrihold, participado pelas famílias Martinavarro e Ballester, fundadoras da Citri&CO, numa transação de 700 hectares no Alentejo (Herdade da Zambujeira), assessorada pela CBRE.

Apesar do abrandamento do investimento em 2023, causado pelo desalinhamento nos preços e pelas complexidades regulatórias, o volume total de investimento institucional na Península Ibérica, entre 2022 e 2024, ultrapassou os 4.100 milhões de euros. Estes números evidenciam o forte atrativo do setor, que se distingue por ser menos volátil do que outros ativos. “Nos últimos anos, o investimento institucional tem sido impulsionado pela perspetiva de rentabilidades sólidas a longo prazo e pela oportunidade de construir portfólios diversificados. A previsão de concretização das operações adiadas no ano passado, aliada ao ajustamento das expectativas de preço entre compradores e vendedores, e a um setor cada vez mais especializado e profissionalizado, continuará a dinamizar o mercado, que conta cada vez com mais intervenientes envolvidos”, explica Manuel Albuquerque, responsável pelo departamento de Agribusiness na CBRE no Sul da Europa (Espanha, Portugal e Itália).

A CBRE analisou o perfil dos investidores no setor do agronegócio ibérico entre 2022 e 2024, mapeando mais de 500 intervenientes e o volume transacionado nesse período.

O capital institucional já representa cerca de metade do investimento realizado na região, englobando três perfis principais: os fundos especializados em Agribusiness — criados especificamente para investir neste tipo de ativo e com equipas dedicadas —, que representam 25% do capital; os fundos generalistas, como private equity ou imobiliários com exposição a vários setores, que somam 14%; e os family offices, responsáveis por gerir o património de famílias ou de investidores de elevado património líquido, com uma maior preferência por tickets pequenos e médios, que representam 10%.

Por sua vez, os produtores industriais, que representam 51% do capital investido no setor ibérico nos últimos anos, não atuam numa lógica de investimento financeiro, mas sim numa perspetiva operacional. São, na sua maioria, empresas com raízes industriais — muitas vezes privadas ou de cariz familiar — que expandem a sua atividade no agronegócio como parte do seu crescimento estratégico, e não enquanto gestores de capital.

Neste contexto, é frequente procurarem novas localizações para complementar a produção existente, como no caso da fruta fresca, alargando as janelas de colheita e reforçando a sua competitividade ao longo de todo o ano. Este dinamismo do setor reflete-se também na diversidade das operações realizadas: mais de 40% das transações entre 2022 e 2024 foram inferiores a 10 milhões de euros, cerca de 40% situaram-se na faixa entre 10 e 50 milhões de euros, enquanto os investimentos superiores a 50 milhões representaram aproximadamente 20% do total.

As transações acima de 100 milhões de euros constituíram uma parcela menor, evidenciando um mercado segmentado e com oportunidades para vários perfis de investidores. “A Península Ibérica alcançou em 2024 o primeiro lugar na Europa em valor de produção agrícola, o que reforça o seu posicionamento como o mercado de investimento mais institucionalizado e atrativo a nível geoestratégico. A crescente profissionalização do setor está a abrir caminho a uma maior diversidade de investidores — desde produtores industriais com operação própria, a investidores imobiliários que compram para arrendar, até fundos financeiros como private equity ou fundos de pensões internacionais, com tickets que podem ultrapassar os 100 milhões de euros. Estes investidores procuram não só rentabilidade, mas também impacto positivo no capital natural”, contextualiza Manuel Albuquerque.

Ao mesmo tempo, os desafios de sucessão geracional, a necessidade de eficiência e as consequências da mudança climática estão a transformar o setor, com a rotação de ativos, alteração de culturas e aumento da dimensão das explorações. Neste contexto, “os produtores locais tornam-se estratégicos para abastecer a Europa e explorar novos mercados emergentes. Ainda assim, não podemos ignorar fatores de risco como a burocracia nos processos agrícolas ou as limitações comerciais e logísticas impostas por medidas aduaneiras, num setor profundamente globalizado”, acrescenta o responsável. Na Península Ibérica, cerca de 20% das terras aráveis são de regadio, um valor significativamente superior à média europeia (5%). A presença de água é um dos critérios-chave para o investimento no agronegócio, mas outros aspetos, como o clima, a qualidade do solo e a dimensão das propriedades em Portugal e Espanha, fazem desta região uma oportunidade real e atrativa para o investimento neste segmento.

As culturas com maior área plantada são cereais em grão (cerca de 5,9 milhões de hectares) e olival (3 milhões de hectares). Entre 2013 e 2023, a área de frutos secos cresceu quase 300 mil hectares. Em 2024, aumentou a área dedicada a azeitonas e frutos secos (pistáchios em Espanha e amêndoas em Portugal), enquanto a área de vinha diminuiu. Em Espanha, a área de citrinos reduziu, ao passo que o abacate ganhou importância em Portugal. Quanto ao preço de venda dos produtos agrícolas (pago ao agricultor), registaram-se flutuações significativas: o azeite caiu 55% nos últimos 12 meses, enquanto as amêndoas subiram 69%. Os preços das laranjas caíram 11%, enquanto o tomate (+25%), os morangos (+19%) e os mirtilos (+18%) registaram aumentos. 


 30 Anos de Cafeína: Três Décadas no Coração do Porto


 

O restaurante Cafeína, situado na Foz do Douro, numa casa senhorial do século XIX, celebra este ano o seu 30.º aniversário.

Aberto em 1995, o Cafeína e recomendado no Guia Michelin, foi o projeto de Vasco Mourão, empresário que viria a transformar profundamente a paisagem da restauração no Porto. Nessa altura, o Porto vivia uma realidade diferente, ainda à procura da sua identidade contemporânea, e foi neste contexto que surgiu um espaço com uma proposta radicalmente cosmopolita, mas profundamente enraizada no território.

Ao longo destes 30 anos, o Cafeína tem acompanhado de perto a transformação gastronómica da cidade, mantendo-se fiel a uma filosofia que privilegia a autenticidade dos sabores, a atenção ao detalhe e o equilíbrio entre tradição e inovação, enquanto que a decoração elegante e intimista, da autoria de Paulo Lobo, criou um ambiente acolhedor e sofisticado.

“Assinalar os 30 anos do Cafeína é um momento de enorme significado pessoal e profissional. Quando abrimos portas, nunca imaginámos o impacto que este espaço viria a ter na vida da cidade e na história da gastronomia portuguesa. O Cafeína nasceu do desejo de criar algo autêntico, onde a cozinha, o serviço e o ambiente estivessem em harmonia. Passadas três décadas, o que me enche de orgulho é saber que conseguimos manter essa essência viva, sempre com os olhos postos no futuro, mas sem nunca esquecer de onde viemos.”, realça Vasco Mourão, fundador e proprietário do Cafeína.

O ambiente continua a ser um local de encontros importantes, tanto empresariais como pessoais, onde ideias e conversas têm moldado o futuro do Porto. “Não estávamos apenas a servir comida”, recorda Vasco, destacando o impacto do Cafeína como um local de convívio e debate.

Três décadas depois, a íntima sala de jantar de 70 lugares continua a ser palco de uma cozinha tecnicamente sofisticada, mas pensada para ser desfrutada com regularidade, mantendo o equilíbrio entre inovação e tradição que sempre definiu o espírito do Cafeína. “A nossa cozinha é uma celebração da simplicidade, onde procuramos criar uma conexão emocional com os pratos, misturando a tradição portuguesa com influências internacionais e técnicas contemporâneas, sempre com um toque de elegância e leveza.”, destaca Camilo Jaña, o chef ao leme do Cafeína.

 Para celebrar este marco tão significativo, o Cafeína está a preparar um conjunto de iniciativas comemorativas ao longo do ano, entre as quais se destacam jantares com convidados especiais, que serão anunciados em breve. Estas ações visam prestar tributo à história e percurso do restaurante, reforçando o seu legado no panorama gastronómico português e projetando o futuro de um espaço que continua a reinventar-se com criatividade e consistência. 

Blédina celebra o Dia da Criança com a inauguração do Espaço Bebé no Jardim Zoológico de Lisboa

 


Blédina, marca de alimentos para bebés e crianças pequenas, a partir dos 4 meses, da Danone Nutricia - inaugura o Espaço Bebé Blédina no Jardim Zoológico de Lisboa. Este espaço foi projetado a pensar nas necessidades das famílias com bebés e crianças pequenas, estando alinhado com o compromisso da marca em apoiar mães, pais e cuidadores em todas as etapas do crescimento dos seus filhos.

Instalado numa zona central do Zoo, junto ao parque das merendas, o Espaço Bebé dispõe de todas as condições necessárias para garantir o conforto e a segurança dos bebés, bem como comodidade e tranquilidade para os pais durante a visita ao Jardim Zoológico. Neste espaço, os visitantes encontram uma zona de fraldário equipada com lavatório, uma área de alimentação com micro-ondas e lava-loiça, além de um ambiente confortável destinado à amamentação.

"Acreditamos que criar experiências memoráveis em família contribui para o bem-estar das crianças e dos seus cuidadores. Com este novo espaço, queremos apoiar quem visita o Jardim Zoológico de Lisboa, proporcionando um ponto de conforto e apoio durante o passeio. A Blédina está ao lado das famílias em todos os momentos – dentro e fora de casa", sublinha Teresa Godinho, Brand Manager da Blédina.

Global Kitchem in Porto Arranca esta Semana

 


Tripas à moda do Porto, Francesinha e Arroz de Polvo. Os três ex-líbris da gastronomia portuense servem-se à mesa da segunda edição do projeto Global Kitchen in Porto, uma iniciativa da Câmara Municipal do Porto para afirmar a cidade como destino gastronómico de referência a nível mundial.

Os chefes Marco Gomes, Rui Paula e Pedro Lemos serão os anfitriões locais desta nova edição, que traz ao Porto grandes nomes da gastronomia internacional, como o irreverente Diego Rossi, um dos novos nomes da cozinha italiana, o espanhol Miguel Carretero, vencedor do prémio “Melhor Croquete do Mundo” e, vinda do Brasil, Janaína Torres, eleita a melhor chefe feminina do mundo em 2024, pela aclamada lista The World's 50 Best Restaurants. Com o mote “Global Goes Local”, a iniciativa regressa com um formato renovado, que inclui um roteiro dos chefes pela cidade, para dar a conhecer a origem dos pratos e os protagonistas que lhe dão corpo e sabor aos dias de hoje. Haverá ainda um showcooking aberto ao público na Escola de Hotelaria e Turismo do Porto e uma masterclass, também de acesso gratuito, num lugar emblemático da cidade, onde o prato serve de ingrediente à discussão de temas que marcam a agenda gastronómica nacional e internacional.

Segundo Catarina Santos Cunha, Vereadora de Turismo e Internacionalização da Câmara do Porto, “O Porto tem tudo para se afirmar como um destino gastronómico de excelência a nível mundial. Para isso, é importante sentar o mundo à nossa mesa, contar a nossa história na primeira pessoa por quem a preserva e transforma todos os dias. Estes pratos representam muito mais do que a tradição gastronómica: são símbolo da nossa identidade, uma expressão de engenho, resiliência e autenticidade. São o Porto servido à mesa. Não é por acaso que começamos com o prato que deu origem à alcunha de ‘Tripeiros’, pela qual são orgulhosamente conhecidos os habitantes da cidade do Porto”.

A iniciativa estende-se ao longo de três fins-de-semana, tendo o arranque marcado nos dias 16 e 17 de maio, pelas mãos do Chefe Marco Gomes, à frente do restaurante Oficina e impulsionador do projeto Comida de Subsistência, e do chefe convidado, Diego Rossi, que viaja desde Milão para partilhar a sua visão sobre criatividade e inovação no combate ao desperdício alimentar. Ao leme do restaurante Trippa desde 2015, o irreverente chefe resgata a “cucina povera” (cozinha humilde) e celebra as entranhas e a tradição da cozinha esquecida de Itália. Juntos vão percorrer um roteiro pelos restaurantes onde as Tripas continuam a ser servidas como manda a tradição e que servirá de inspiração ao showcooking que juntos irão protagonizar na Escola de Hotelaria e Turismo do Porto, sexta-feira, dia 16, pelas 10h30, onde o chefe Diego Rossi irá reinterpretar a receita portuense com produtos italianos.

No sábado, pelas 11h00, a Casa do Cinema Manoel de Oliveira, em Serralves, será palco de uma masterclass, onde o jovem chefe italiano irá partilhar a sua visão sobre como a gastronomia se pode renovar a partir das suas raízes de tradição e cultura. Ambos os momentos serão abertos ao público e de acesso gratuito, mediante inscrição prévia no portal do Visit Porto.

Os dois eventos seguintes acontecerão ao longo do mês de junho. A 6 e 7 de junho, a Francesinha será a protagonista do encontro entre o Chefe Rui Paula (DOP/Casa de Chá da Boa Nova) e o espanhol Miguel Carretero, chefe Estrela Michelin 2024, responsável pelo restaurante Santerra, em Madrid, premiado como “Campeão dos Campeões do Croquete”, no Madrid Fusion em 2022, depois de já ter vencido o galardão de “Melhor Croquete do Mundo” em 2018, no mesmo evento. Nas vésperas do São João do Porto, a 21 e 22 de junho, o Arroz de Polvo servirá de pretexto à dupla Chefe Pedro Lemos, do restaurante homónimo, e Janaína Torres, proprietária d’ A Casa do Porco, em São Paulo, eleita melhor chefe feminina do mundo em 2024, nos The World's 50 Best Restaurants, por não só liderar o seu restaurante e outros negócios, como ser uma voz ativa em questões como “a educação alimentar, a acessibilidade gastronómica e a inclusão social”. “Depois do sucesso da primeira edição, em que juntámos no Mercado do Bolhão chefes dos cinco continentes - Vietname, Espanha, Peru, Gana e Austrália – em interação com Chefes locais, comerciantes do mercado e com o público geral - queríamos que esta edição tivesse um pendor mais imersivo, tanto na abordagem aos temas, como na relação com a cidade. O objetivo é pensar a gastronomia como o reflexo de uma identidade, que desafia o tempo e continua a apurar-se continuamente. Para isso, consideramos essencial potenciar e incentivar a relação com as novas gerações de profissionais, através desta parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo do Porto.”

Eleita “Destino Gastronómico do Ano 2024”, pela Revista de Vinhos, e “Melhor Destino Gastronómico Emergente da Europa”, nos World Culinary Awards, este projeto reforça a aposta do Município na valorização da gastronomia como vetor de promoção internacional do destino. Recorde-se que , em 2024, o Global Kitchen viajou até ao Festival de Tiradentes, no Brasil, com o objetivo de internacionalizar a iniciativa e fomentar o intercâmbio com outros destinos gastronómicos. A programação do Global Kitchen Goes Local pode ser consultada em visitporto.travel/global-kitchen, onde também será disponibilizado o formulário para inscrição gratuita nas atividades. Reservas limitadas aos lugares disponíveis.



Restaurante Atlântico no Algarve com Nova carta

 


O restaurante Atlântico, no Vila Vita Parc, Algarve, acaba de reabrir após um período de renovação que incluiu a elaboração de uma nova carta e conceito gastronómico.

Sob o mote Atlântico Levante – Águas do Atlântico encontram Sabores do Levante, o chef João Sousa apresenta agora propostas que colocam em evidência a ligação entre o oceano e o mar, entre o ocidente e o oriente.

Esta renovação marca o início de um novo capítulo, onde a tradição culinária do sul da Europa se entrelaça com os sabores exóticos do Mediterrâneo Oriental, oferecendo uma cozinha “fun dining”repleta de histórias para contar.

Ingredientes como o azeite, o za’atar, a tahina, os citrinos e as ervas frescas são protagonistas numa carta de conceito “Good Mood Food”, onde impera a comida pensada para partilhar e saborear em boa companhia.

“Quisemos criar um menu com um conceito mais fun, através do qual celebramos o prazer de partilhar: pratos, histórias e momentos. Conseguimos trazer para a mesa não só a essência do mar, mas também a vivência e as estórias de diferentes cidades, ligando o Oceano Atlântico ao Mar Mediterrâneo, o Ocidente ao Oriente. Mais do que um menu, criámos uma narrativa, em que cada prato é uma história de terra, mar e tradição”, refere o chef João Sousa.

Com vista deslumbrante sobre o Atlântico, o espaço renovado combina materiais naturais como rattan e pedra com tons oceânicos.  A carta pode ser explorada à la carte ou através do menu de degustação e harmonizado com vinhos selecionados. 


Vista Alegre Apresentou o Livro que Celebra 200 anos da Marca



O Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, foi ontem palco da apresentação do livro “Vista Alegre – 200 anos”, com o qual a marca portuguesa de porcelana, cristal e vidro encerrou, oficialmente, as comemorações dos seus dois séculos de vida.

O livro dos 200 anos da Vista Alegre apresenta duas versões: uma edição especial e limitada a 200 exemplares com capa em porcelana biscuit pintada à mão pelos mestres pintores da fábrica em Ílhavo e uma edição em capa dura em papel, concebida como um objeto de design e inspiração, à imagem de um clássico “coffee table book”. 

Esta obra é um testemunho que percorre o universo Vista Alegre através de uma narrativa feita de imagens, arte, produto, design e histórias. Uma homenagem à marca, às suas pessoas, à Fábrica, ao Bairro e ao território que a viu nascer. 

Num dos seus capítulos centrais, dedicado à História, a obra incorpora uma investigação aprofundada realizada ao longo de três anos por dois investigadores da Universidade de Aveiro – Nuno Rosmaninho e Manuel Ferreira Rodrigues. Este estudo traça o percurso da porcelana e da Vista Alegre no contexto nacional e internacional, aprofundando o seu papel como referência cultural e industrial de Portugal. Curiosidades, lendas, fotografias, ilustrações e pequenos textos marcam o ritmo de um objeto que convida à descoberta a cada página.

 

IPQ apresenta NormIA Assistente virtual para apoio às empresas



O Instituto Português da Qualidade (IPQ) vai apresentar publicamente NormIA, o seu novo assistente virtual baseado em inteligência artificial, no próximo dia 16 de maio, na Loja do Cidadão, Espaço Empresa, de Santarém.

O evento realiza-se num dos 45 pontos da Rede Descentralizada de Consulta de Normas (RDCN) do IPQ, reforçando a missão de aproximar a normalização dos seus utilizadores. A sessão contará com a presença de representantes do IPQ, do Município de Santarém e de entidades parceiras ligadas à normalização, à inovação tecnológica e ao desenvolvimento empresarial.

Durante o evento, será feita uma demonstração do funcionamento e das potencialidades desta ferramenta no apoio às empresas e outros profissionais. Uma nova ferramenta para a competitividade e internacionalização NormIA é um chatbot inteligente que responde a dúvidas sobre normas e normalização, disponível 24 horas por dia no site do IPQ.

Esta ferramenta visa apoiar especialmente as PME e outros agentes económicos, promovendo uma utilização mais eficaz e estratégica das normas como instrumento de competitividade, inovação e apoio à internacionalização.

Ao interagir com NormIA, os utilizadores podem obter respostas imediatas a questões relacionadas com normas aplicáveis aos seus produtos, serviços ou atividades, contribuindo para uma atuação mais informada e alinhada com as exigências legais e do mercado.

Fontes de informação fiáveis e atualizadas Para garantir a fiabilidade da informação, NormIA recorre a fontes credíveis e atualizadas, incluindo:

 ▪ o acervo normativo nacional,

▪ o website do IPQ,

▪ o Jornal Oficial da União Europeia,

▪ o Diário da República.

Estas fontes permitem ao NormIA fornecer respostas fundamentadas, alinhadas com o contexto legal e técnico nacional e europeu

Desenvolvido por especialistas, pensado para os utilizadores Concebido para tornar o acesso à informação sobre normas rápido e intuitivo, NormIA resulta de um esforço conjunto de uma equipa multidisciplinar, com especialistas nas áreas da normalização e tecnologias de informação. O projeto beneficiou do valioso contributo de diversos parceiros da normalização — Organismos de Normalização Setorial, Comissões Técnicas, peritos e especialistas em normalização — que, com o seu conhecimento e experiência, contribuíram para que NormIA seja uma ferramenta útil, garantindo a relevância e aplicabilidade da mesma para diferentes perfis de utilizadores. Compromisso com a inovação e a proximidade.

Esta iniciativa enquadra-se na estratégia de transformação digital da Administração Pública, contribuindo para tornar a normalização mais acessível, prática e próxima do quotidiano dos utilizadores.

 NormIA encontra-se disponível no website do IPQ em: ipq.pt/normia  


                  Pestana Residences Reforça Aposta no Algarve com Novo Projeto Residencial



A poucos minutos da vila piscatória, das praias douradas do Algarve e dos campos de golfe que desenham a paisagem da região, nasce o Pestana Ferragudo Village, o mais recente projeto da marca de referência do Pestana Hotel Group no segmento imobiliário e residencial.

Com 91 lotes para moradias unifamiliares (entre 150 e 300 m²) e 226 apartamentos o futuro empreendimento oferece diversas opções de habitação, desde apartamentos com jardim e piscina privativos, penthouses com piscina na cobertura, a lotes exclusivos para a construção de moradias com diversas áreas.

Os projetos de arquitetura, assinados por Gonçalo Salazar de Sousa, Rui Pinto Gonçalves e Miguel Passos de Almeida — equipa responsável também pelo Pestana Tróia Eco-Resort —, distinguem-se pela integração na paisagem e pela aposta na eficiência ambiental.

Neste âmbito, destaca-se o futuro campo de golfe, cuja manutenção será assegurada exclusivamente com água reutilizada proveniente de uma ETAR, numa lógica de circularidade. Esta abordagem sustentável reforça o compromisso do Pestana Hotel Group com a preservação ambiental, tal como aconteceu em outros projetos, como por exemplo o Pestana Tróia – o primeiro verdadeiro Eco-Resort em Portugal - e posiciona o novo empreendimento como referência em boas práticas de gestão de recursos naturais no setor residencial. O projeto está em fase de construção, e tem conclusão prevista para 2027.

“O Pestana Ferragudo Village é mais do que um investimento imobiliário — é uma extensão natural daquilo que o Pestana Residences tem vindo a construir ao longo de décadas: lugares onde se vive bem, em equilíbrio com o território, a arquitetura e a sustentabilidade”, destaca José Roquette, administrador responsável pela área de desenvolvimento do grupo e pelo investimento imobiliário.





FESTIVAL INTERNACIONAL DE ÓDIBOS – FÓLIO SOB O MOTE “INQUIETAÇÃO”

 

De 10 a 20 de outubro Óbidos é a capital da cultura em Portugal, este ano, a edição do Festival com o programa mais vasto de sempre contempla cerca de 600 iniciativas

A 9.ª edição do Fólio contempla, ao longo de 11 dias iniciativas entre mesas de autor, conversas, lançamentos de livros, apresentações, tertúlias, debates, sessões, masterclasses, exposições e seminários. O programa de atividades contempla, igualmente, um Eco Mercado, um Planetário, um espaço MyMachine e um espaço Sustentabilidade.

Na programação, referência para o lançamento de “História Global da Literatura Portuguesa”, obra com direção de José Eduardo Franco, Annabela Rita, Miguel Real e Isabel Ponce de Leão que analisa um arco temporal de mais de 800 anos, desde a Idade Média até à atualidade.

Em termos de animação, a parceria com a Fundação Inatel para a realização de concertos com jovens tem continuidade, tal como o tradicional espaço Boémia e a participação de mais de 100 ilustradores em várias atividades. O público pode, ainda, seguir viagem na Carrinha do Desassossego, com 19 iniciativas em itinerância pelo concelho e beneficiar dos eventos que decorrerão, pela primeira vez, no Convento de São Miguel, nas Gaeiras.

O Fólio Educa propõe 260 iniciativas (entre lançamentos de livros, debates com autores e académicos, oficinas, teatro, cinema, exposições, música) com 160 participantes de nacionalidade portuguesa, brasileira, e ainda convidados de Espanha, Inglaterra e Itália e apresenta 14 mesas, com 39 intervenientes, entre 22 autores internacionais, 3 autores nacionais e 14 moderadores. Está garantida a presença de nomes premiados como Maaza Mengiste, Andrey Yuryevich Kurkov ou Eleanor Catton, a mais jovem premiada de sempre do Booker Prize em 2013. Max Porter, Irene Vallejo e Anna Kim (vencedora do Prémio da União Europeia da Literatura) também estarão no Fólio, bem como Ricardo Araújo Pereira, que vem apresentar novas obras.

No Fólio BD, estão agendadas sete iniciativas e cinco ilustradores, com a novidade da realização de duas mesas redondas. Serão apresentados alguns dos filmes da produtora portuguesa COLA Animation, bem como os resultados dos filmes produzidos pela população escolar de Óbidos, ao abrigo do programa da Câmara Municipal, o Óbidos Anima.

O Palco Inatel acolhe um total de sete concertos, com destaque para o espetáculo “Entre Nós”, que apresenta talentos emergentes num concerto único no dia 13 de outubro.

Quanto ao Fólio Boémia, reúne um total de 13 concertos e duas itinerâncias com as Bandas Filarmónicas locais.

O Fólio Mais é, em 2024, mais uma vez um dos principais atrativos do festival, com 120 mesas, conversas, lançamento, apresentações, tertúlias, debates, sessões, masterclasses. Um dos grandes destaques é a presença de Conceição Evaristo, uma ativista da cultura negra no Brasil que se destacou nos domínios da poesia, da ficção e do ensaio. Elvis Guerra, Verenilde Pereira, Carola Saavedra, Cebaldo Inawinapi, Ana Paula Tavares, Ellen Lima Wassu, Nieves Neira Roca, Kaká Werá, Juan Carlos Galeano, Yara Monteiro, Gisela Casimiro, João Barrento e Nieves Neira Roca são outros nomes em destaque.

Ao Fólio Ilustra acorre uma centena de ilustradores ao PIM!, que se dividem em 24 iniciativas, com oficinas, mesas e lançamentos, concertos e um Mercado do Objeto Inquieto/Feira de Autor, que decorrerá no primeiro fim de semana do festival. Este ano regista-se um número recorde de exposições (27).

As entidades parceiras do evento são a Embaixada do Brasil, o FLIP - Festival Literário de Paraty (Brasil), a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, o Museu da Língua Portuguesa de São Paulo, o Instituto Politécnico de Leiria e o Centro de Recursos para a Inclusão Digital (CRID).






CONCURSO INTERNACIONAL DE CANTO LIRICO EM CASCAIS

 A segunda edição do Cascais Opera promete ser, na sua segunda edição, uma oportunidade para mostrar ao mundo os talentos emergentes do universo da ópera.

As candidaturas já estão a decorrer e encerram a 15 de dezembro e estão abertas a todos os cantores entre os 18 e os 32 anos de idade, de todas as tipologias vocais.

Para além dos prémios monetários, ainda poderá ser possível vir a assinar contratos com festivais e teatros de ópera bem como convites para digressões e outras oportunidades a nível internacional.

Este concurso conta com a direção artística do barítono Sergei Leiferkus, que será também o Presidente do Júri Internacional, composto por Pal Moe (Glyndebourne), Ivan van Kalmthout (Executivo Sénior de Ópera), Anna Samuil (Berliner Staatsoper), a soprano Juliane Banse, a mezzo-soprano Jennifer Larmore, e Eliane de Kat (Coordenadora Artística da Ópera de Monte-Carlo).

A primeira edição percorreu os mais diversos espaços culturais de Cascais e culminou com uma final no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, onde o barítono coreano Hae Kang foi distinguido com o prestigiado Grand Prix Égide.

O concurso recebeu mais de duzentas candidaturas de 39 países. Na participação portuguesa destaque para Sílvia Sequeira, 1º Prémio “Teresa Berganza” para voz feminina e de Teresa Sales Rebordão e Constança Melo, contratadas por diversas Óperas e festivais de música.

A 2ª edição do Cascais Ópera acontece de 23 de abril a 4 de maio de 2025. A final, terá lugar este ano, no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian e os concorrentes finalistas terão a acompanhá-los a orquestra do Teatro Nacional de São Carlos – Orquestra Sinfónica Portuguesa.

O Concurso é co-organizado entre a Associação CIVOC, a Câmara Municipal de Cascais e a Fundação D. Luis I. Tem o apoio da Égide Associação Portuguesa das Artes, Fundação “La Caixa”, Fundação Millennium bcp, Turismo de Cascais, SRS Legal, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e tem como parceiro institucional o Teatro Nacional de São Carlos.


Prémios:

1. Grand Prix Égide – 10.000,00€ – O vencedor oficial da competição 

Este prémio é atribuído pela Égide – Associação Portuguesa  das Artes

O vencedor deste prémio receberá ainda um contrato com Teatro Nacional de São Carlos

 

2. Primeiro Prémio “Teresa Berganza”, para voz feminina  – 7.500,00€

Este prémio é atribuído pela Fundação “la Caixa” em colaboração com o BPI

 

3. Primeiro  Prémio  “Maurício Bensaúde”, para voz masculina – 7.500,00€

Este prémio é atribuído pela Fundação Millennium BCP 

 

4. Segundo Prémio – 5.000,00€ 

 

5. Terceiro Prémio – 3.500,00€ 

 

6. Prémio Melhor Cantor até 25 anos – 2.500,00€

 

7. Prémio Talento de Palco - 1.500,00€

 

8. Prémio do Público RTP – 1.500,00€

 

9. Prémio de Finalista - 1.000,00€  

 

Contratos com:

Teatro Nacional de São Carlos

Ópera Nacional – Novi Sad – Sérvia

FIMM, Festival Internacional de Música de Marvão 2026

Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras

Festival de Música de Mafra "Filipe de Sousa”








MORVALLEY - O IMPACTO DA COMUNICAÇÃO HONESTA

Quantos emails marketing recebemos por dia e desses quantos lemos?

Enquanto especialistas em marketing continuam a defender que esta ainda é uma excelente ferramenta de comunicação, eu penso que tem dias, e normalmente os meus dias dizem-me que vão todos para o lixo, sem perder tempo a os ler porque tenho uma mão cheia de caixas de correio para ler e gerir e já mal dou conta de tudo isso quanto mais estar a gastar o meu precioso tempo a ler conteúdo de empresas que me querem vender os seus produtos.

Contudo um email chamou a minha atenção porque começava assim: “Saudações durienses

Bom dia. Sou produtor de vinhos na região do Douro e responsável pela MorValley Douro Wines”

Não consegui apagar sem ler o resto e o paragrafo seguinte impactou-me pela honestidade:

“Como não tenho área comercial profissionalizada decidi há 3 anos comercializar exclusivamente os meus vinhos através do meu site”

E continua:

“Não encontra os meus vinhos em restaurantes, garrafeiras ou distribuidores.

Vou mantendo a comunicação do meu projeto através de email marketing e desde já agradeço a sua amabilidade em aceitar a minha comunicação.

Acredito na relação direta do produtor com o consumidor e assim coloco-me ao dispor para colaborar e garantir excelente serviço.

e pode crer que estou mesmo ao seu dispor”.

Só isto e uns links, sem estratégias refinadas de marketing, sem sequer uma fotografia! E estranhamente ao que seria de esperar e a tudo o que nos ensinam na escola, li na integra o email, fui ver o link, confesso que a medo, e encontrei um site apelativo, vi as caras por detrás dos produtos e uma forma de se apresentar, como diz no site, sem pretensiosismos e com muita descontração, o que está de acordo com o email que recebi.

Vi coerência entre a comunicação e o site e gostei bastante por isso decidi explorar melhor e encontrei em destaque Vinho cujo rotulo é possível personalizar, uma seleção de vinhos que não é do enólogo, mas do próprio produtor e uma novidade, Vallis Dulcis com uns rótulos que me deu vontade de comprar só mesmo pelo rotulo!

  Não conheço esta marca de vinhos, nunca falei com o produtor nem com qualquer produto desta empresa, mas a forma como se apresentam recorda-me antigos valores com que fui criada e que parece que se perderam na correria do tempo e dos quais sinto a falta. Serei só eu?

Ainda no site, mesmo antes das notícias, a equipa é apresentada da seguinte forma:

“ Uma equipa que é uma família. Os vinhos Morvalley são o resultado de um grande terroir, muita experiência e, acima de tudo, da dedicação de pessoas apaixonadas por aquilo que fazem”.

Está tudo aqui: valores da família, da amizade, do trabalho, da integridade, da entrega e da dedicação. Está tudo aqui, tudo o que vamos esquecendo, na ânsia da modernidade, a nossa génese de ser português está toda aqui.

Deixo-vos o site para irem dar uma vista de olhos, juro que um destes dias vou mesmo provar estes vinhos:

https://morvalley.com/

 


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